Domingo, 28 de Agosto de 2011

O ESPÍRITO DA COISA I

Começamos a procurar o Espírito da Coisa e nunca mais paramos. Se alguém já o encontrou não nos disse, ou, porque não quis (será que o risco é grande?), ou, porque entretanto na busca morreu.

 

Não haverá alguém no ‘Júlio de Matos’, a quem chamam maluco e no fundo ele encontrou algo e quando o quis transmitir foi logo internado.

 

Será que sabemos o que somos e o que andamos por aqui a fazer? É este o início de tudo o que passa quem começa em busca do Espírito da Coisa.

 

Felizes os que nunca chegam a perguntar-se sobre o ser e o estar, que resulta na simples questão inicial. Assim, sem mais nada de mais profundo. A cabeça começa uma revolução, um conflito que chamaríamos de alto risco se se tratasse de uma escaramuça entre povos com diferentes origens ou objetivos futuros, lembrando o passado ou simplesmente atiçados pelos senhores da guerra.

 

Só que este conflito é mais profundo, interior, e também provoca mortes. Será que alguns suicídios ou mortes em série, em estranha sequência no tempo ou de execução sumária e de uma só vez, nada terão a haver com isto?

 

Quanto mais a injustiça se entranha nas nossas sociedades, principalmente a social, mais estes estranhos acontecimentos têm sucedido, e, não escolhe idades.

 

Há quem lhe chame Sentido da Vida, mas não confundamos, são questões paralelas, quase diferentes. Ao pensar no Sentido da Vida podemo-nos cruzar com a pergunta fatal, deixando, assim, o paralelismo dos temas, restando a obsessão do Espírito da Coisa, podendo eventualmente voltar-se a cruzar de novo com a linha do Sentido da Vida, e, aqui encontra-se a última oportunidade: segue-se a obsessão da busca do Espírito da Coisa, ou, pura e simplesmente continuamos a querer saber qual o Sentido da Vida.

 

O Sentido da Vida ao contrário do Espírito da Coisa, não é uma obsessão, é no fundo o que nos motiva, alimenta a alma, dando ao nosso corpo e aos nossos sentidos um equilíbrio e bem-estar, fazendo-nos caminhar pela vida, nos bons e maus momentos, com força para continuar.

 

O Espírito da Coisa é um embuste do Sentido da Vida, tão perfeito que nos engana facilmente, porque só ao fim de algum tempo, já entranhado em nós, chegamos a descobrir que fomos apanhados.

Os artigos neste belogue são escritos ao abrigo do novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa moderna, quando me apetece.

Atão?: à procura...
o melhor mesmo é ouvir: Here Comes The Sun.George Harrison
riscos por pedrinhazen às 16:01
| vá digam lá o que pensam
Terça-feira, 16 de Agosto de 2011

A Grande Transformação Está Aí!

big_bang

A Queda do Muro de Berlim não foi o acontecimento que marcou a grande transformação do mundo como se poderia pensar e como muitos o pensaram, porque, pura e simplesmente essa grande transformação não se deu.

A queda do muro foi, sem dúvida, um passo fundamental e importantíssimo mas natural, inevitável, não pela falência das ideias, mais pela falência dos homens.

Teorias que até podem ser consideradas muito nobres por alguns serão sempre impraticáveis pela natureza humana, mesquinha, ambiciosa no pior dos sentidos, gananciosa e belicosa, assim como pela sua aplicação temporal sem possibilidade de evolução por falta de visão e teimosia em não se atualizar, mesmo por falta de ideólogos, outros teóricos, que fossem capazes de lhe dar continuidade e atualidade.

Por esse motivo, depois daquilo que considero ser a Queda do lado de cá do Muro em 2007, e, que teimosamente ninguém reconhece e que por isso nos vamos afundando cada vez mais, essa falência também se deu no chamado modelo ocidental ou mundo capitalista, naturalmente, juntando-se aqui a especulação e a desregularização selvagem em que se vivia e se vai prosseguindo a viver como se dando saltos em frente para fugir do inevitável fosse a solução e não a catástrofe total.

Esta Queda do lado de cá do Muro, foi e está a ser outro significativo e talvez tenha sido o derradeiro rastilho para a tal grande transformação.

Estes senhores teimam em ‘esmifrar’ quem já nada tem para dar, em vez de se ‘esmifrarem’ a eles próprios… é a tal questão que acima refiro da natureza humana.

Por causa disso se começaram a movimentar os povos no mundo, espontaneamente, pacificamente e deram início a uma verdadeira guerra pelo equiíbrio do poder no nosso planeta.

Ao contrário dos governantes e oposições mesmo em países com sistemas ditos democráticos que ao serviço de uma minoria de gente sem rosto, detentores do verdadeiro poder através de valores económico-financeiros inimagináveis e que cada vez têm procurado dominar mais e mais, que têm respondido violentamente, mais tarde ou mais cedo, porque uma enorme manifestação pacífica e espontânea mete-lhes mais medo que uma revolta violenta e bárbara.

Tudo têm feito para manipular grupos, infiltrar militares ou polícias em manifestações e tantas outras modernas táticas e estratégicas para inundar a opinião pública de contra-informação e quando já nada disto resulta aparece a brutalidade, a violência e até entram a matar civis desarmados que só querem demonstrar e exigir aquilo a que têm direito, dignidade e liberdade, pão e viver tão bem quanto seja possível.

É agora que está a acontecer no mundo a grande mudança, outra, mais uma, talvez a maior de todas, a mais significativa transformação da maneira e forma de vida do que conhecemos até agora.

Até a própria Natureza se tem manifestado no planeta, tudo no mundo está em transformação, rios subterrâneos rasgam a terra em áreas desérticas e que serão um dia novos rios ao nível do mar, catástrofes naturais e outras nem tanto, provavelmente, criam novos relevos, lagos, ilhas e istmos.

A qualidade de vida que merecemos com as novas tecnologias ao nosso serviço e não o contrário, nem de uma forma consumista.

É a hora de trabalhar, estar com a família, porque não chega ter uma, é preciso pertencer realmente a uma, acompanhar os filhos… porquê tê-los e nem os ver quase?

A humanidade não pode continuar a existir desta forma, nem terá um planeta habitável para manter a sua subsistência.

Os senhores das poucas grandes corporações que dominam o mundo não podem ganhar esta guerra, não podem fazer de nós números, não nos podem injetar um ‘chip’ e escolher o nosso acasalamento determinando se e quando podemos ‘porcriar’, não somos gado!

Somos Seres Humanos e podemos estar em extinção tal como nos conhecemos!

Os artigos neste belogue são escritos ao abrigo do novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa moderna, quando me apetece.
Atão?: a mudar!
o melhor mesmo é ouvir: restolho.Mafalda Veiga
riscos por pedrinhazen às 17:56
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